sexta-feira, 1 de outubro de 2010
BARBOSA VOLTOU
Depois de tirar licença para fazer campanha, o prefeito Barbosa Neto (PDT) volta hoje a exercer o cargo. Segundo o Núcleo de Comunicação da prefeitura, “ele participa da comemoração ao Dia Internacional da Pessoa Idosa, cuja abertura é partir das 13h30 no auditório do Sindicato do Comércio Varejista de Londrina e Região (Sincoval)”.
OSMAR DIAS VAI EXIBIR SEU "TROFÉU"
O senador Osmar Dias, candidato a governador pelo PDT, vota domingo, às 9h30, em Maringá. Depois disso, vem para Londrina. Ele deve acompanhar o prefeito de Londrina, Barbosa Neto (PDT) na votação, por volta das 12 horas, no Colégio Hugo Simas. Antes disso, por volta das 11h30, o pedetista vai exibir um dos seus principais "troféus" dessa campanha: acompanha o irmão e também senador Álvaro Dias na votação.
Álvaro é senador pelo mesmo PSDB de Beto Richa, mas depois de algumas escaramuças de campanha, declarou voto no irmão, que disputa contra seu correligionário.
Publicamente, o senador tucano alega que declarou apoio ao irmão porque Richa teria "rifado" José Serra (PSDB) no Paraná. Mas há outro fato forte que colaborou para o posicionamento do tucano: a certa altura do embate com Osmar, Richa lembrou o episódio da cavalaria em cima dos professores, em 1988, na gestão de Álvaro Dias.
Álvaro é senador pelo mesmo PSDB de Beto Richa, mas depois de algumas escaramuças de campanha, declarou voto no irmão, que disputa contra seu correligionário.
Publicamente, o senador tucano alega que declarou apoio ao irmão porque Richa teria "rifado" José Serra (PSDB) no Paraná. Mas há outro fato forte que colaborou para o posicionamento do tucano: a certa altura do embate com Osmar, Richa lembrou o episódio da cavalaria em cima dos professores, em 1988, na gestão de Álvaro Dias.
MARCO CITO
Do secretário de Gestão Pública, Marco Cito, sobre sua presença na entrevista coletiva do senador Álvaro Dias (PSDB), ontem, em Londrina:
"Eu estava em um evento político na hora do almoço em apoio ao meu candidato e por isso estava com o adesivo. Como fui à coletiva e a mesma acabou começando após as 14h00, retirei o adesivo por respeito, pois não estou afastado de minhas funções na prefeitura e fui como secretário acompanhar a coletiva de um senador da República."
"Eu estava em um evento político na hora do almoço em apoio ao meu candidato e por isso estava com o adesivo. Como fui à coletiva e a mesma acabou começando após as 14h00, retirei o adesivo por respeito, pois não estou afastado de minhas funções na prefeitura e fui como secretário acompanhar a coletiva de um senador da República."
MÁQUINA
O secretário de Gestão Pública, Marco Cito, acompanhou a entrevista coletiva do senador Álvaro Dias (PSDB), ontem à tarde, em Londrina. O tucano falou sobre sua decisão de apoiar a candidatura do irmão, Osmar Dias (PDT), em detrimento da de Richa, seu correligionário. No final da coletiva, Roberto Coutinho, diretor da Sercomtel, chegou ao local da entrevista.
No começo da entrevista, Cito ostentava um adesivo do candidato do PDT ao governo. O adesivo desapareceu antes do final do evento.
No começo da entrevista, Cito ostentava um adesivo do candidato do PDT ao governo. O adesivo desapareceu antes do final do evento.
TIRO AO BETO
A postura do candidato Beto Richa (PSDB), de barrar sistematicamente todas as pesquisas de intenção de voto na reta final, voltou a ser criticada pela imprensa nacional. Quarta-feira, a Associação Nacional dos Jornais (ANJ) classificou como “censura prévia e violação ao princípio da liberdade de expressão” o comportamento do tucano.
Hoje é a vez de Fernando de Barros e Silva, colunista da Folha de S. Paulo, comentar de forma nada abonadora o comportamento do tucano, que pode emergir das urnas como uma nova liderança nacional do tucanato.
Diz Fernando de Barros e Silva:
"E por falar em Mané, o candidato tucano ao governo do Paraná, Beto Richa, vem contando com a mão da Justiça do Estado para barrar a divulgação de pesquisas eleitorais, entre elas, duas feitas pelo Datafolha. O nome disso é censura.
Não se sabe se Richa será eleito. Mas, no decorrer da campanha, ele chegou a ser saudado como uma liderança emergente no país. De que tipo de líder estamos falando?
Com sua atitude obscurantista, o filho de José Richa está se revelando um político de província, uma figura tacanha e de pendores autoritários. Se o futuro do PSDB for esse, coitado do PSDB".
Hoje é a vez de Fernando de Barros e Silva, colunista da Folha de S. Paulo, comentar de forma nada abonadora o comportamento do tucano, que pode emergir das urnas como uma nova liderança nacional do tucanato.
Diz Fernando de Barros e Silva:
"E por falar em Mané, o candidato tucano ao governo do Paraná, Beto Richa, vem contando com a mão da Justiça do Estado para barrar a divulgação de pesquisas eleitorais, entre elas, duas feitas pelo Datafolha. O nome disso é censura.
Não se sabe se Richa será eleito. Mas, no decorrer da campanha, ele chegou a ser saudado como uma liderança emergente no país. De que tipo de líder estamos falando?
Com sua atitude obscurantista, o filho de José Richa está se revelando um político de província, uma figura tacanha e de pendores autoritários. Se o futuro do PSDB for esse, coitado do PSDB".
O FIM
Na última pergunta, José Serra (PSDB) tenta tabelar com Plínio de Arruda Sampaio (PSol), para criticar o governo Lula. Mas Plínio aproveita para bater nos dois. Diz que tanto o governo do PT, quanto o dos PSDB defendem “os poderosos”. E chega ao fim o debate morno. Do começo ao fim.
ENFIM, UM CONFRONTO
Aos 45 minutos do segundo tempo, Marina Silva (PV) cutuca José Serra (PSDB) com a vara curta. O confronto veio, mas foi entre Serra e Marina.
Marina diz que os programas sociais foram críticos do Bolsa Família e pergunta se o tucano faz uma “autocrítica” com relação a esses programas.
Serra se irrita. Primeiro ele diz que criou o bolsa alimentação durante o seu governo, fala de programas sociais de governos do PSDB. Depois, ele reclama da repetição da pergunta.
Marina pede que Serra “não fique irritado em eu fazer a pergunta novamente para você, porque para mim cada debate é um debate. Você não responde, não diz que faz autocrítica. Faz discursos de conveniência”, disparou.
Serra rebate: “eu não vou usar a minha régua para medir os outros. Se fosse usar, eu diria que você e a Dilma têm muito mais coisas parecidas que qualquer outro candidato. Você estava no governo do mensalão. Vocês têm muitas coisas parecidas”.
Foi o confronto, mas não entre os dois primeiros colocados.
Marina diz que os programas sociais foram críticos do Bolsa Família e pergunta se o tucano faz uma “autocrítica” com relação a esses programas.
Serra se irrita. Primeiro ele diz que criou o bolsa alimentação durante o seu governo, fala de programas sociais de governos do PSDB. Depois, ele reclama da repetição da pergunta.
Marina pede que Serra “não fique irritado em eu fazer a pergunta novamente para você, porque para mim cada debate é um debate. Você não responde, não diz que faz autocrítica. Faz discursos de conveniência”, disparou.
Serra rebate: “eu não vou usar a minha régua para medir os outros. Se fosse usar, eu diria que você e a Dilma têm muito mais coisas parecidas que qualquer outro candidato. Você estava no governo do mensalão. Vocês têm muitas coisas parecidas”.
Foi o confronto, mas não entre os dois primeiros colocados.
MARINA, DILMA E AS CRISES
Dilma Rousseff (PT) dirige a pergunta a Marina Silva (PV), mantendo a sua estratégia de evitar confronto direto com José Serra (PSDB). Ela criticou a política econômica do tucanato para enfrentar as crises cambiais dos anos 90 e diz que o governo Lula enfrentou de forma diferenciada a crise de 2009.
Marina responde divagando sobre as crises que a humanidade vive e coisa e tal.
Dilma diz que “concorda com muita coisa” que a candidata verde falou, mas pondera que “diante da crise” não é possível teorizar. “Nós reduzimos impostos, nós pagamos ao FMI e nos libertamos do tacão dele, ao contrário do governo anterior, o Brasil foi o último a entra na crise e o primeiro a sair”, declarou.
Marina responde que “isso é fruto da visão de desenvolvimento. Eu tenho dito que ela e o Serra são muito parecidos, porque eles têm um perfil gerencial”.
Marina responde divagando sobre as crises que a humanidade vive e coisa e tal.
Dilma diz que “concorda com muita coisa” que a candidata verde falou, mas pondera que “diante da crise” não é possível teorizar. “Nós reduzimos impostos, nós pagamos ao FMI e nos libertamos do tacão dele, ao contrário do governo anterior, o Brasil foi o último a entra na crise e o primeiro a sair”, declarou.
Marina responde que “isso é fruto da visão de desenvolvimento. Eu tenho dito que ela e o Serra são muito parecidos, porque eles têm um perfil gerencial”.
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