quinta-feira, 1 de julho de 2010
ASSIDUIDADE
Como mostra reportagem do JL on line, o vereador Jacks Dias (PT) foi o mais faltoso no primeiro semestre deste ano. Ele faltou - e justificou a ausência - oito vezes, por isso não foi descontado. Dias só perde para Joel Garcia (PDT), que faltou 14 vezes, mas porque esteve preso entre janeiro e março - por isso não tinha condições de participar das sessões.
HAVERÁ
A sessão da Câmara da próxima semana, que seria realizada na terça, foi antecipada para segunda-feira. Isso porque terça será o dia da semifinal da Copa, entre Brasil e muito provavelmente Uruguai. Quer dizer: já conto com vitória brasileira amanhã contra Holanda, não há plano B. Com jogo no dia e na hora da sessão (15h30), o jeito é antecipar.
JACKS FORA
O vereador Jacks Dias (PT) acaba de confirmar que abriu mão da disputa de uma cadeira na Assembleia Legislativa. Segundo ele, em favor do ex-prefeito Nedson Micheleti (PT). O vereador explicou que a formação do "chapão", com vários partidos, tornaria mais difícil a sua eleição. Por isso ele alega ter aberto mão a favor do ex-prefeito, que na sua avaliação tem mais densidade eleitoral e pode disputar com mais chances. "O Nedson tem residual e a articulação que eu estava fazendo para concorrer, vai toda para ele, com a diferença de que ele pode ampliar", declarou o vereador.
Dias disse que tinha articulações para fazer a campanha em 80 cidades e que Nedson tem condições políticas de ampliar para mais de 100. "Ele é mais viável, estou abrindo mão a favor de um nome do mesmo grupo", completou.
Dias disse que tinha articulações para fazer a campanha em 80 cidades e que Nedson tem condições políticas de ampliar para mais de 100. "Ele é mais viável, estou abrindo mão a favor de um nome do mesmo grupo", completou.
VEJA BEM
O deputado estadual Neivo Beraldin (PDT) esteve hoje pela manhã no lançamento da Guarda Municipal e passou pela Câmara Municipal. Além de anunciar um pequeno pacote de "bondades" - recurso que ele diz ter articulado junto ao governo, atendendo a pedidos como por exemplo, do secretário de Saúde, Edson de Souza -, Beraldin falou de política.
Ele justificou a inconstância do senador Osmar Dias (PDT), que negociou com tucanos e petistas e quicou mais do que a Jabulani (rótulo colado nele na edição de hoje da coluna Painel, da Folha de S. Paulo), como um problema da natureza do processo eleitoral.
Segundo Beraldin, Osmar estava dentro do prazo. O que criou um clima de angústia com relação à sua indecisão foi a "antecipação" do processo, já que tanto o ex-prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB), quanto o ex-governador Roberto Requião (PMDB), tiveram que se desincompatibilizar para disputar as eleições, o que antecipou todo o debate eleitoral.
Ele justificou a inconstância do senador Osmar Dias (PDT), que negociou com tucanos e petistas e quicou mais do que a Jabulani (rótulo colado nele na edição de hoje da coluna Painel, da Folha de S. Paulo), como um problema da natureza do processo eleitoral.
Segundo Beraldin, Osmar estava dentro do prazo. O que criou um clima de angústia com relação à sua indecisão foi a "antecipação" do processo, já que tanto o ex-prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB), quanto o ex-governador Roberto Requião (PMDB), tiveram que se desincompatibilizar para disputar as eleições, o que antecipou todo o debate eleitoral.
ÍNDIO NA BERLINDA
Depois da festa do primeiro momento, com a indicação para a vice de José Serra (PSDB), começa o bombardeio sobre Índio da Costa (DEM/RJ). A Gazeta do Povo on line mostra que, além dos problemas com a CPI da merenda, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro (o vice de Serra foi secretário de Administração de César Maia, na Prefeitura do Rio e foi investigado por conta de uma licitação para a merenda escolar), o deputado do DEM justificou R$ 95 mil da verba indenizatória a que os deputados têm direito, com gastos no seu site.
REFORÇO
Com relação a frota e equipamentos, o reforço ainda demora a chegar. Conforme Benjamin Zanlorenci, na cerimônia em que serão nomeados os membros da guarda, os ministros devem anunciar a liberação de R$ 5,2 milhões em recursos federais “para a compra de viaturas e equipamentos”. Enquanto o reforço orçamentário não chega, outros veículos serão comprados com recursos do Funrebom, caso a Câmara aprove na sessão de amanhã, em segunda discussão o projeto de lei 174/2010.
O projeto realoca R$ 662 mil do Fundo, que seriam destinados à compra de equipamentos. Se aprovada a matéria, serão comprados veículos, que ficam com a guarda municipal enquanto a prefeitura aguarda liberação, licitação e compra de viaturas com recursos federais. Ontem, durante a aprovação em primeira discussão, os vereadores questionaram o projeto.
O projeto realoca R$ 662 mil do Fundo, que seriam destinados à compra de equipamentos. Se aprovada a matéria, serão comprados veículos, que ficam com a guarda municipal enquanto a prefeitura aguarda liberação, licitação e compra de viaturas com recursos federais. Ontem, durante a aprovação em primeira discussão, os vereadores questionaram o projeto.
EQUIPAMENTOS
No primeiro dia de trabalho, a guarda vai para as ruas com dois veículos próprios, outros quatro carros e três motos emprestados pela Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU), segundo informou o secretário de Defesa Social, Benjamin Zanlorenci, a quem cabe a chefia da guarda. O equipamento que estará à disposição dos guardas é a tonfa, uma espécie de cacetete. Os primeiros 30 tazers (a pistola de choque, arma não letal) ainda não foram providenciadas.
GUARDA MUNICPAL
A Guarda Municipal vai para as ruas de Londrina hoje, quando serão nomeados os seus 250 membros – 51 mulheres e 199 homens –, numa cerimônia com a presença de dois ministros de Estado, Luiz Paulo Teles Ferreira Barreto (Justiça) e Paulo Bernardo (Planejamento). Mas depois da cerimônia marcada para as 11 horas, na Associação dos Funcionários Municipais de Londrina (AFML), a guarda vai para as ruas com pouca estrutura. Terça-feira, enquanto a licitação para a compra de uniformes fracassava (não apareceu nenhuma empresa interessada no edital), a Câmara Municipal ainda discutia um projeto de lei realocando recursos do Fundo de Reequipamento dos Bombeiros (Funrebom) para a compra de veículos para a guarda.
MORDAÇA
A propósito: segundo Karin Sabec, a “lei da mordaça”, imposta na gestão de sua antecessora, já caiu. “Os meus diretores estão autorizados a dar entrevistas, desde que falem a verdade”, declarou.
REVIRAVOLTA NA EDUCAÇÃO
Uma semana antes de assumir a Secretaria da Educação, Karin Sabec Viana estava sendo exonerada da direção da escola Irene Vicentini, onde ela era diretora. A exoneração seria assinada pela ex-secretária, Vera Hilst.
A assinatura da exoneração ocorreria no meio da semana. Veio o fim de semana, a frigideira do prefeito Barbosa Neto (PDT) atingiu o fogo alto, e na segunda-feira, Vera Hilst foi exonerada e Karin Sabec Viana assumiu o posto que era daquela que assinaria a sua exoneração.
O motivo da exoneração, segundo informou Karin Sabec, era “um problema com uma professora”, que ela decidiu afastar da escola. A direção da secretaria resolveu afastar tanto a então diretora, quanto a professora que já tinha o afastamento previsto.
A assinatura da exoneração ocorreria no meio da semana. Veio o fim de semana, a frigideira do prefeito Barbosa Neto (PDT) atingiu o fogo alto, e na segunda-feira, Vera Hilst foi exonerada e Karin Sabec Viana assumiu o posto que era daquela que assinaria a sua exoneração.
O motivo da exoneração, segundo informou Karin Sabec, era “um problema com uma professora”, que ela decidiu afastar da escola. A direção da secretaria resolveu afastar tanto a então diretora, quanto a professora que já tinha o afastamento previsto.
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