sexta-feira, 1 de maio de 2009

2010 À VISTA - OS DISCURSOS

Dias escancarou o discurso eleitoral. Disse que “se o povo quiser que eu volte para o Estado, estarei com o Barbosa”, já falando como um dos candidatos à sucessão estadual. Ele sinalizou a formação de um bloco com o PT e o PP, tratando o ministro do Planejamento Paulo Bernardo como “companheiro” e pedindo que o deputado federal Ricardo Barros (PP) o substitua no Senado. Pela articulação que se desenha, Dias sairia candidato pelo PDT, dando palanque no Estado à ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, a presidenciável do PT e fechando o bloco com a candidatura de Barros ao Senado.

Pessuti lembrou a trajetória inclusive dos seus prováveis adversários em 2010 na resistência à ditadura militar (1964-1985), no “MDB velho de guerra” - expressão frequentemente usada pelo governador Roberto Requião (PMDB) - e lembrou que apesar da fraca votação da sua chapa em Londrina, “o governo não virou as costas para Londrina”. Ele citou investimentos no Hospital Universitário (HU) e na Universidade Estadual de Londrina (UEL) e o Jardim Botânico – obra prometida, iniciada há tempos, mas ainda longe da conclusão – e ensaiou uma mea culpa. “Mais teremos a fazer pela segurança pública”, declarou Pessuti, falando na intenção de instalar um novo batalhão da Polícia Militar na Zona Norte de Londrina.

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